Depois de publicado o 1.400º texto,
Estou querendo achar um contexto,
Para ser eficaz na redação de ideias,
Plausíveis para não magoar boleias.
O respeito aos duzentos mil acessos,
Destes anônimos leitores expressos,
Firma meu devotamento respeitoso,
Para seguir, no interagir prestimoso.
Longe da pretensão de largo sucesso,
Movo-me no discreto meio de acesso,
Para que estas pequenas mensagens,
Possam despertar eventuais aragens.
Nestas sutilezas vagas e passageiras,
Possam algumas palavras fagueiras,
Desencadear sensatos sentimentos,
Para produzir humanitários alentos.
Na esperança das pequenas coisas,
Com versos sobre minguadas loisas,
Expresso inquietações e esperanças,
Para futuro viável de mais bonanças.
Como singelas e lindas flores da
eira,
Encantam ida ao topo da cordilheira,
Possam estes quase poetizados versos,
Despertar sentimentos nada perversos.
A emergência das florinhas gratuitas,
Com mensagens aleatórias e fortuitas,
Projeta para similar senso de
grandeza,
Que alarga a postura ética de
inteireza.
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