Ao lado dos colonialismos
territoriais,
Ousadias, agressivas e mais radicais,
Dominam cérebros para dependência,
Com a invasão de descabida violência.
Espolia-se todo direito e a
liberdade,
Abre-se caminho liberado à maldade,
Para alargar muitos cérebros podres,
E submeter, calmamente, os pobres.
Nas melhores táticas dominadoras,
A de alargar mediações alienadoras,
Está a de impor religião
imperialista,
Como única viabilidade salvacionista.
Viola-se com milagre sensacionalista,
A lídima história cultural e
benquista,
Memória forjada de grupos humanos,
Obrigados a engolir os novos enganos.
Obriga-se uma crença de ignorância,
Na agressiva invasão com ingerência,
Que anula duramente valores locais,
Impõe aqueles de regimes imperiais.
Que feição de Deus ainda revelam?
Somente aquela que eles modelam,
Para assegurar a ação colonizadora,
Sem deixar perspectiva libertadora.
Nenhuma proximidade com o amor,
De Deus que lhes apontou o penhor,
De viverem com boa interatividade,
E a grata pertença à sua sociedade.
Visão reencarnacionista é oportuna,
Para justificar produção de fortuna,
Porque pode voltar ao estágio rico,
E poder livrar-se de ser um burrico.
Só que, dia com chance não aparece,
Fome e doença cada dia mais adoece,
Sem que os acumuladores partilhem,
Ou que, parte dos roubos, devolvem.