terça-feira, 5 de maio de 2026

NARCISO EUSTÁQUIO E SUAS AMEAÇAS

 


Sob a alegação de armas superiores,

E espalhadas por todos os arredores,

Narciso Eustáquio, causador de crises,

Revela ao mundo os doentios deslizes.

 

É um entusiasta dos crimes de guerra,

E quer ação de vomitá-la sobre a terra,

Para enfim adonar-se de todo petróleo,

E exercer único e soberano monopólio.

 

Descobriu que a instabilidade mundial,

É momento propício para devassa geral,

Que enseja uma boa chantagem nuclear,

Para avanço de todo petróleo controlar.

 

Ao poder vende-lo a elevados preços,

Poderia, enfim, ampliar seus adereços,

Da sua clara superioridade escatológica,

Para coroar a sua morbidez psicológica.

 

Seus testes para arregimentar aliados,

Já lhe auferem alianças dos atrelados,

Que recebem suas armas sofisticadas,

Para ajudá-lo nas pretensões alçadas.

 

Descobriu que todo o petróleo alheio,

Pode ser seu e firmar-se como esteio,

Abastecer mundo carente do planeta,

E estabelecer o preço da própria meta.

 

Como semideus que aciona as bombas,

Sente nas mãos o poder de marombas,

De sentir-se mais poderoso do planeta,

Que em tudo mete seu nariz de xereta.

 

Porquanto já desrespeita direito alheio,

E mede força do seu poder de bloqueio,

Narciso Eustáquio ignora as soberanias,

Trata insubmissos com nefastas tiranias.

 

Sua diplomacia é a da aceitação passiva,

Do que surge da sua mente toda evasiva,

Para exterminar nações da face da Terra,

E constituir-se o único augusto que berra.

 

Na lógica da acumulação de poder e bens,

Está criando multidões de pobres reféns,

E, na honra de desencadear a 3ª guerra,

Brilha como Hitler e Nero, e a todos ferra.

 

 

 

 

 

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