Sob inteligência artificial na vida,
Altaneiro avanço da moderna lida,
Toda a informação se potencializa,
Faculta acesso a qualquer pesquisa.
Produção da capacidade humana,
Aponta a interação que promana,
Para novo sistema de organização,
Sem a democracia na política ação.
Seu progresso abre novos caminhos,
Para os efeitos bons e os daninhos,
E estabelece perigo de encruzilhada,
Para derrubar a democracia dilatada.
Na mão dos interesses particulares,
IA sem os democráticos patamares,
Potencializa obsessões ambiciosas,
Para lucro com vantagens fabulosas.
A IA usada para precípua finalidade,
De expandir o controle na sociedade,
Se estabelece acima das organizações,
E firma a ordem de pessoais
intenções.
Quando estas regem a supremacia,
Acima do Estado e da democracia,
Poder do lucro enfraquece política,
E torna augusta a ambição fanática.
Ao invés de programas humanitários,
Pode estabelecer direitos temerários,
E viciar com os produtos impactantes,
Os já minguados traços humanizantes.
Permite a pessoas e grupos o
controle,
De emoções e vida no roteiro da
prole,
Sob conteúdos degradantes e
violentos,
E alicia e chantageia para seus
intentos.
Perfis com ferramentas manipuladoras,
Falsos para as espoliações
enganadoras,
Encampam o lugar do senso respeitoso,
Para induzir a atraente vício
pernicioso.
Acima da regra do Estado para
interação,
Ostenta armas autônomas de
destruição,
Guiados com algoritmos contra
humanos,
Sob ordem pessoal de psicopatas
insanos.
Já não valem as regras de limites
políticos,
Mas as normativas movidos por
acríticos,
Que denigrem todo ambiente
informativo,
Para justificar o máximo de lucro
abusivo.
A visível manipulação de imagens e
fatos,
Sem um código ético para falsos
relatos,
Hipersensualiza com a vasta
pornografia,
E mapeia cotidiano para uma vida
vazia.
Bombardeio de mensagem banalizante,
Fomenta o “bullyng” e vício
degradante,
Que facilita domínio com o
pensamento,
De que esperto vence sem cordial
alento.
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