Facilidade dos recursos midiáticos,
Oportuniza irradiar dados enfáticos,
Para veicular doses divinas de Deus,
Com elã de vida aos pobres corifeus.
A primeira tática persuasiva é
sigilo,
Com o rigoroso suspense de estilo,
Para despertar enorme curiosidade,
E desejo de adesão à bela novidade.
Norma do sigilo sobre a experiência,
Para despertar a vasta aquiescência,
Sobre impacto de eventos efetuados,
Deve despertar muitos interessados.
Retiros a impactar sobre a emoção,
E narrativa estupenda de conversão,
Despertam complexos messiânicos,
Para agir contra poderes satânicos.
Surgem abundantes vocacionados,
Para novos salvadores iluminados,
De mente cheia de emocionalismo,
Mas sem referência do cristianismo.
Emocionalismo ativado ao extremo,
Como presumido condutor supremo,
Não dá suporte a um itinerário de fé,
Duma cabeça oca só para usar boné.
Centralismo da afetividade explorada,
Sob a larga irracionalidade
fanatizada,
Não vai além do emotivismo religioso,
Que submete ao fanatismo prodigioso.
Conduzem seguidores sob muito medo,
Na balofa tática de perpetuar
segredo,
Mas, apenas conseguem pífia lealdade,
De precípua cegueira ante a
realidade.
Intenso bombardeamento emocional,
Ultrapassa limiar do abuso
espiritual,
E explora as pessoas com escrúpulos,
Para atrelá-las como falsos
petúsculos.
Abalados diante dos infindos pecados,
Energúmenos ficam muito atrofiados,
Sem capacidade de integrar os
limites,
Da pecaminosidade de meros palpites.
Acreditam mais na dominação do guru,
Que os encanta com imagem de jaburu,
Do que em Deus a libertar a
dominação,
Da ideológica e manipulada
alienação.