Sob a alegação de armas superiores,
E espalhadas por todos os arredores,
Narciso Eustáquio, causador de
crises,
Revela ao mundo os doentios deslizes.
É um entusiasta dos crimes de guerra,
E quer ação de vomitá-la sobre a
terra,
Para enfim adonar-se de todo
petróleo,
E exercer único e soberano monopólio.
Descobriu que a instabilidade
mundial,
É momento propício para devassa
geral,
Que enseja uma boa chantagem nuclear,
Para avanço de todo petróleo
controlar.
Ao poder vende-lo a elevados preços,
Poderia, enfim, ampliar seus
adereços,
Da sua clara superioridade
escatológica,
Para coroar a sua morbidez
psicológica.
Seus testes para arregimentar
aliados,
Já lhe auferem alianças dos
atrelados,
Que recebem suas armas sofisticadas,
Para ajudá-lo nas pretensões alçadas.
Descobriu que todo o petróleo alheio,
Pode ser seu e firmar-se como esteio,
Abastecer mundo carente do planeta,
E estabelecer o preço da própria
meta.
Como semideus que aciona as bombas,
Sente nas mãos o poder de marombas,
De sentir-se mais poderoso do
planeta,
Que em tudo mete seu nariz de xereta.
Porquanto já desrespeita direito
alheio,
E mede força do seu poder de
bloqueio,
Narciso Eustáquio ignora as
soberanias,
Trata insubmissos com nefastas
tiranias.
Sua diplomacia é a da aceitação
passiva,
Do que surge da sua mente toda
evasiva,
Para exterminar nações da face da
Terra,
E constituir-se o único augusto que
berra.
Na lógica da acumulação de poder e
bens,
Está criando multidões de pobres
reféns,
E, na honra de desencadear a 3ª
guerra,
Brilha como Hitler e Nero, e a todos
ferra.