segunda-feira, 16 de março de 2026

ENTRE NOSTÁLGICO PASSADO E FUTURO ESPERANÇOSO

 

 

A guerra instalada ali no meio,

Revela seu deplorável meneio,

Para anular tanto um e outro,

E deixar o planeta com doutro.

 

A grave doença não controlada,

Da rápida ação mercantilizada,

Vende tudo como mercadoria,

Sob uma destrutiva economia.

 

A doentia ambição pela posse,

Espalha uma desordem atroce,

Em todo o sistema do planeta,

E o destrói mamando sua teta.

 

Quando ambição por controle,

No discurso de conversa-mole,

Centraliza poder de arma letal,

Não vive passado e futuro vital.

 

A ação atrópica da doida guerra,

Indica o fim trágico para a Terra,

Pois, mando de chefe paranoico,

Apenas satisfaz interesse egóico.

 

Já um quarto da massa terrestre,

Lesada sem sabedoria de mestre,

Não acorda o largo sono alienado,

Produzido no arsenal militarizado.

 

Enquanto que produzir arma mortal,

Constitui renda e lucro sensacional,

A demência humana fica poderosa,

E anelada segurança menos radiosa.

 

Nostálgico mundo de poder diluído,

Espalha a morte com muito prurido,

Mediado pelas hediondas guerras,

Que desequilibram com as armas.

 

A vastidão da inteligência aplicada,

Poderia produzir bem outra alçada,

Para um convívio humano cordial,

Sem os exércitos e sem arma letal.

 

 

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    A guerra instalada ali no meio, Revela seu deplorável meneio, Para anular tanto um e outro, E deixar o planeta com doutro.   ...