Se todo o seu modo sádico,
No suposto poder mágico,
É hiper perverso e devasso,
Atrai asseclas no compasso.
Guerra anterior à matança,
Cria narrativas de pujança,
Para a aprovação coletiva,
E uma larga ação invasiva.
Quando é declarada santa,
Dilui sadismo que espanta,
E justifica a festa e alegria,
Sem sofrimento e empatia.
Alegrar-se com sofrimento,
Revela desatino sem alento,
Que se evade da compaixão,
Sem dó e sem comiseração.
Se dor alheia não entristece,
Todo agressor se embrutece,
E agradece a bênção divina,
Favorável à patranha sovina.
Eustáquio se sente na missão,
De Deus nacionalista cristão,
E recebe o envio de pastores,
Para praticar vastos terrores.
No tripé Deus, pátria e poder,
Põe quase tudo a se escafeder,
Para matança sem escrúpulos,
E ampliar os seus petúsculos.
Ao sentir respaldo de asseclas,
Alarga as suas possíveis aveclas,
Para irradiar nobre onipotência,
Sobre quem segue sua sapiência.
Assim Eustáquio e seus séquitos,
Alargam guerra, todo intrépidos,
E pensam agir em nome de Deus,
Sob o fundamentalismo de “Eus”.
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