Com auto-atribuição de prodigioso,
Eustáquio, aparentemente religioso,
Não deseja ler no Novo Testamento,
Mas texto de Salomão lhe dá alento.
Acostumado a valer-se duma religião,
Quando confirma sua procrastinação,
De atos que impliquem em matanças,
Para ampliar suas raivosas vinganças.
Insulta a liderança religiosa
coerente,
Que lhe cobra uma atitude pertinente,
Às regras internacionais
estabelecidas,
E, mínimas posturas éticas
consabidas.
Sua governança populista arrogante,
Deseja profeta visionário abundante,
Para justificar tudo que está
fazendo,
Sem contrapor um corretivo adendo.
Que a Religião seja toda
despolitizada,
Ou devotamente favorável e moldada,
Ao que Eustáquio deseja para
política,
Sob aquela subserviência toda
acrítica.
Sobre o deus que presume orienta-lo,
Fere mundo humano sem respeita-lo,
Sustenta a doentia ambição facínora,
Para interagir numa agressiva
anáfora.
Mais do que estimular posturas
éticas,
Ou, respaldar sensibilizações
poéticas,
Prefere, com controvérsias
insultuosas,
Denegrir imagem de pessoas dadivosas.
Eventual invocação divina visa seu
ego,
Para realizar tudo o que seu
superego,
Aponta como alcançável nas ambições,
Que auferem ser excelso sobre nações.
Adora os facínoras parecidos com ele,
E se gaba de defensores do que
expele,
Que alardeiam a concepção de ordem,
Procedente da sua subjetiva desordem.
Acha-se no pleno direito de
colonizar,
E do quanto lhe interessa, se
apossar,
Sem discordâncias ou as
insatisfações,
De quem espera dignas considerações.
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