domingo, 19 de abril de 2026

EUSTÁQUIO CONTRA O RESTO

 


 

Interage como o único onisciente,

Para equilibrar o tempo presente,

E na aguda sensibilidade vingativa,

Culpa todo o resto na justificativa.

 

Adora narrar seus procedimentos,

Para repassar os benéficos alentos,

Que a sua ação perspicaz propicia,

No esmero por ampliada cortesia.

 

A aguda paranoia megalomaníaca,

Aufere-lhe a vingativa cleptomania,

Para lucrar com tudo quanto decide,

Sem consciência do jeito que agride.

 

Move-se pela vetusta talassocracia,

De ser dono dos mares na pirataria,

Na crença da absoluta superioridade,

Da força naval em contínua atividade.

 

Venera seu exército forte e superior,

Todo arrogante de efeito apavorador,

Para demonstrar eficiência e astúcia,

E esnobar com sua admirável argúcia.

 

Reverencia jogo de todos contra todos,

Para vanglória salvadora dos denodos,

Que apreciam uma paz sob as armas,

Mesmo sob as humilhantes lágrimas.

 

Tão parecido com o perverso Nero,

Só não toca cítara do canto sincero;

Espalha a sina opressora e assassina,

Como radioso enfeite de brilhantina.

 

Distorce imagem de Deus e religião,

Para o interesse na procrastinação,

De ser o poderoso augusto na terra,

Que mais ameaça, intimida e berra.

 

Exulta com o contingente vulnerável,

Obrigado a submeter-se ao adorável,

Duma excelsa superioridade guerreira,

Para governar na soberania derradeira.

 

 

 

 

 

 

 

 

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