quinta-feira, 23 de abril de 2026

EUSTÁQUIO E SUA GUERRA JUSTA

 


Quando fins justificam meios,

Para agressivos bombardeios,

Até alegação de guerra santa,

Eclode da agressiva garganta.

 

Noção de guerra santa e justa,

Abre revide e polêmica robusta,

Contra o Papa da não violência,

Por sugerir suposta ingerência.

 

Se catecúmeno pouco iniciado,

Quer enquadrar fala do papado,

Ou, intui interesses eleitoreiros,

Ou se move em fins flibusteiros.

 

Um incauto na Teologia católica,

Na censura da forma melancólica,

Revela a sua frágil iniciação cristã,

Para atuar em prol da vida cidadã.

 

A serviço do augusto Eustáquio,

Em forte coachar de batráquio,

Não entra- bom-senso no apelo,

Porque só vê guerra no desvelo.

 

O ditame religioso de Eustáquio,

Move-se no evangelho pistáchio,

Com o sal sabor do deus pessoal,

Para ser famoso guerreiro triunfal.

 

Nobre Narcizo Eustáquio doente,

O ícone da divindade decadente,

Apenas vislumbra o poder do eu,

Pois, a sua falácia já se escafedeu.

 

Por não admitir opinião perspicaz,

Segue apenas o desejo que apraz,

Para alargar o poder da grandeza,

E enaltecer a sua força de defesa.

 

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