Sem parâmetros de direitos humanos,
E sem eira para os audaciosos planos,
Eustáquio, ícone visível da
indolência,
Reina sem o pífio sinal de
condolência.
Calculista, frívolo, vaidoso e
orgulhoso,
Não tolera erro, ou adversário
vistoso,
Nem percebe sua desnuda fragilidade,
No espelho fictício da efetiva
realidade.
O mesmo espelho reflete à saciedade,
Ampla cultura patriarcal na
sociedade,
Toda misógina, machista, sem defeito,
Que humilha e abusa, para seu preito.
Ao explicitar traços racistas e
fascistas,
Permite entrever nas estranhas
pistas,
Como multidões humanas o elegeram,
Para governo ineficaz e o reelegeram.
A decadência do chamativo rompante,
Revela hodierna sociedade decadente,
Que retornou a tempos pré-históricos,
Onde o matar gerava delírios
eufóricos.
Piedosa adoração de armas
sofisticadas,
Para intimidar as pobres nações
acuadas,
Leva à velha tática de fenícios
guerreiros,
Oferendando a Molloch os
prisioneiros.
Gosto por invadir e manter dominados,
Firmou estilo arrogante de
apaixonados,
A usar a metodologia brutal e
arrogante,
Para impor-se como supremo mandante.
Ratificou-se um ideal humano
guerreiro,
A ignorar trato respeitoso e
hospitaleiro,
Para apavorar, com os métodos
brutais,
Todos os seus inimigos, tidos como
rivais.
No sucesso desta vida de larga
espoliação,
Nasce um êxito empresarial de
ascensão,
De quem manda sob a elevada
letalidade,
Colocado aquém da lei e da
cordialidade.
Olham o mundo pelo poder de barganha,
Quanto mais ousados forem na
patranha,
Mais venerados ascendem na
supremacia,
E enterram a já cambaleante
democracia.
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