Sonho de integrar a elite superior,
Ajuda esquecer a pobreza inferior,
E a fome de acumulação fantástica,
Alarga força de atuação na política.
Tentação de intervir na lida
política,
Faz bancar o político na geopolítica,
Para sempre beneficiar o interesse,
Do sujeito rico no status de finesse.
Do efeito da comunicação midiática,
Mentaliza a aceitação de sua tática,
E amplia seu poder sobre as mídias,
Para a defesa e elogio das perfídias.
Nada importa o disparo do abismo,
Das multidões pobres, no cinismo,
Mas, riqueza ascendente e vistosa,
Assegura a força política poderosa.
Desconsidera ordem internacional,
E sobre ela faz cocô do seu tribunal,
Porque a sua ação intervencionista,
Não permite uma reação pessimista.
Seu poder delimitado à moralidade,
Fornece-lhe a subjetiva autoridade,
Para ser, a cada dia, mais
coercitivo,
Sob a diplomacia mafiosa de lenitivo.
A prática de extorsões e chantagens,
E de acordos pessoais para miragens,
Faz dele genocida perverso e abusivo,
O neofascista estratégico e
corrosivo.
Nada lhe importa desastre econômico,
Mas pega no intervencionismo cômico,
Tudo o que representa ouro e
petróleo,
Para seu processo acumulador miróleo.
Consegue o efeito de
transnacionalizar,
A rede criminosa de tudo
comercializar,
Na inusitada megacorrupção do Estado,
Para sentir-se onipotente por todo
lado.
Distorce fatos, e, manipula seus
dados,
Facilita a ampliação dos vastos
legados,
Na força bruta e destruidora do
exército,
Com ações ilícitas de julgamento tácito.
Impede a rebeldia contra sua
corrupção,
E tal recurso legitima e garante a
gestão,
Para ser, todo dia, apreciado e
lembrado,
Como o magnata do globalizado
reinado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário