Isaías no ano 732 antes de Cristo,
Sonhava com a luz no imprevisto,
Pois, Galiléia invadida por Assíria,
Vivia sob uma cruel onda martíria.
Na ausência de regras do invasor,
Matava-se com tirania e o terror,
Indicava total ausência de ajuda,
Mesmo se fosse discreta e miúda.
Isaías, no entanto, antevia a reação,
De Israel contra a perversa invasão,
E sonhava com a derrota da Assíria,
Para livrar o povo da cruel penúria.
Desejava elevar o ânimo em queda,
Com a imagem duma luz na vereda,
A expandir nas trevas da escuridão,
A ação efetiva para uma libertação.
Somente três décadas mais tarde,
Rei Sedecias venceu ação covarde,
Para que a sonhada luz nas trevas,
Pudesse brilhar sem atos malevas.
No entanto, sob ódio impregnado,
Maldades alastradas por todo lado,
Ampliavam violências e crueldades,
E opressões internas, às saciedades.
Estas tribos de Neftali e de Zabulão,
Marcadas por intensa miscigenação,
Sofriam irônico desprezo dos judeus,
Por estrago na raça pura dos hebreus.
Tidos, pejorativamente como pagãos,
Impuros sob os espíritos dos dragões,
Eram relegados e bem discriminados,
Sem um direito aos espaços sagrados.
Jesus, ao iniciar a ação humanitária,
Com discípulos na ação comunitária,
Brilhou naquela histórica escuridão,
Como a luz do caminho de redenção.
Iniciou a vida pública nesta
Galiléia,
Vivendo a condição humana plebeia,
E lhe anunciou a notícia da boa nova,
Do reino de Deus, que a vida renova.
A luz do seu jeito clareou a
escuridão,
Velho sonho para pobre aglomeração,
Mediante a conversão para nova vida,
Sem aquela velha maldade enrustida.
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