segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

O BANDALHEIRO VALENTE

 


Afamado por ser prepotente,

Fica a cada dia mais contente,

Eufórico no sucesso absoluto,

Como o bandalheiro impoluto.

 

Sem restrição séria a seu agir,

Valida o seu jeito de interferir,

E se homenageia pelo sucesso,

Do seu amplo poder expresso.

 

Sente suporte do seu partido,

E adora o resto todo dividido,

Pois, saquear recursos alheios,

Depende só dos seus meneios.

 

Laureado por afoitos similares,

Venera espertos atos militares,

Para justificar êxito da sua sina,

Mesmo sob a invasão assassina.

 

Como o velho império romano,

Exerce incólume o poder tirano,

De estabelecer a paz pela força,

Que o seu ávido poder remoça.

 

 

Sente-se um augusto na Terra,

Quer possuir tudo até finisterra,

Como um excelso rei mandante,

Sem eventual desafiador gigante.

 

Proclama-se MAGA do planeta,

Só não vê, nem sente a muleta,

Do seu porte elevado e vistoso,

Ceifá-lo em tombo estrondoso.

 

Humanos declarados augustos,

Longe dos sentimentos justos,

Não duram tempo prolongado,

E, fracos assumem seu legado.

 

Como tanto outro bandalheiro,

No seu ar superior e altaneiro,

Elimina humanos na frivolidade,

Mas, vai morrer sem majestade.

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