Longe de apostar no genuíno humano,
Para reanimar seres vítimas do
insano,
Luzes mais brilhantes são de
assombro,
Diante da iminência de muito
escombro.
O efeito político da luz
desconvergente,
Gera ampliação de gente descontente,
Que já não vê mais o amparo do
Estado,
Nem papel de aliviar mundo
atribulado.
O Estado tornou-se frágil
subserviente,
Dum ambicioso e poderoso presidente,
Que fanatizado pelo seu nacionalismo,
Quer mundializar o caduco
liberalismo.
Sabe teologizar a sua política de
poder,
Como se Deus admirasse seu proceder,
A criar classes de imensa
desigualdade,
Para o pleno êxito da sua
nacionalidade.
Sob crença da sua força sobre-humana,
Deus do exército lhe dá força
soberana,
Para instaurar vasta violência
planetária,
Por simples razão ambiciosa e
temerária.
Quer juntar o maior acúmulo
financeiro,
Com rapinagem do processo trapaceiro,
E poder firmar domínio total e
absoluto,
Neste planeta do seu desejado
atributo.
Com procedimento todo destrambelhado,
Quer reverência do Deus de bom
legado,
E crê que sua única limitação é seu
limite,
Para impor como lei absoluta seu
palpite.
Ao sentir a redução dos seus
adoradores,
Que relegam o dólar e seus altos
alvores,
Vê que desejam um Deus de humanidade,
Para derrotar a sua egóica
arbitrariedade.
Ao pensar mundo pela sua
subjetividade,
Torna-se um ícone de péssima
qualidade,
Um dragão simbólico que degrada a
vida,
E a cada dia mais deixa-a toda
escafedida.
Se a humanidade evolui a lentos
passos,
Seus procedimentos tão vis e
devassos,
Focam retrocesso na humana
pluralidade,
Sem luzes de amparo para a
humanidade.
Tanto cego fanatizado por
nacionalismo,
Da fachada do superado neofeudalismo,
Ainda fica fascinado pelo poderoso
chefe,
Que adaptou ação do estado a seu
blefe.
Com tantos clarões de desejos
gloriosos,
Veiculados como os credíveis e
airosos,
Esconde-se na sombra dos fachos de
luz,
Toda a ideologia traiçoeira que os
seduz.
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