Como em outros momentos da história,
Uma autoimagem de grandeza e glória,
Leva a rótulos contra as outras
pessoas,
E falsifica os atributos de pessoas
boas.
Como na Bíblia, chamar outros de
pagãos,
Dava direito de lhes imputar duras
ações,
Para que suas insinuações não
afetassem,
Todos os que outras imagens cultivassem.
Uma autointerpretação de reta
conduta,
Projeta, de forma arrogante e
impoluta,
Rótulos sobre comportamentos
distintos,
Para perseguição em quaisquer
recintos.
Como os combates de cristãos a
mouros,
Movidos pelos motivos os mais
obscuros,
A rotulação oferece um direito a
guerra,
Para erradicar toda diferença que
berra.
Conhecido arquétipo do Führer alemão,
Tão eficaz no desejo de cretino
mandão,
Permite que se coloque acima do
Estado,
E o use para o próprio poder
acumulado.
Atualmente até os ditadores
autoritários,
São manequins dos grupos mandatários,
Que, atrás dos palcos, ditam as
normas,
Que assegurem ambiciosas plataformas.
Para que o poder dos milionários cresça,
E qualquer força do Estado lhes
obedeça,
Produzem e denigrem imagens adversas,
A seus planos de maquinações
perversas.
Poder dos bilionários virou
hegemônico,
E rege sobre os Estados de modo
irônico,
Para lhes garantir concentração de
renda,
Até mesmo sob a falsificada
reprimenda.
Produzem guerra para obter mais
capital,
E promovem crenças para domínio
total,
Que assegure o direito de tudo
abarcar,
Com o vantajoso lucro de tudo acumular.
Um Estado, já feito refém dos
magnatas,
Produz o arquétipo dos atos
democratas,
Mas, manipulado pelo poder
autoritário,
Financia quem se submete ao seu
ideário.
Gasta uma ínfima porção da sua
fortuna,
Para garantir eleição de jogada
oportuna,
Que permita direito de guerra ante
tudo,
Para poder ampliar acumulado topetudo.
Ao rotularem alguém como um corrupto,
Escondem próprio proceder
ininterrupto,
Que os tornou tão ricos, acima do
Estado,
E dele se valem para o poder manipulado.
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