Modo de ver e interpretar o mundo,
É haurido de pensamento profundo,
De ambiente geográfico e cultural,
E que produz uma sensação natural.
Na seletividade da cultura humana,
Valores religiosos e da lida profana,
Reafirmados ou friamente negados,
Alteram projeções e novos legados.
As linguagens para o entendimento,
Requerem signos de conhecimento,
Para que emissão de som articulado,
Seja interpretada pelo seu
significado.
Reza e fala que outro não entende,
Corta a interação que ele pretende,
E mesmo sendo fascinante e divina,
Não passa de comunicação sovina.
Aumentam guardiões da tradição,
Afoitos pelo rito romano de oração,
Que não encontra a inteligibilidade,
Na representação sem criatividade.
Enaltecer língua morta na sociedade,
Num saudosista ar de superioridade,
Pode negar proposição do Evangelho,
Para centralizar um rubricismo velho.
Uma tradição sem interação dialógica,
Nada definidor para ação pedagógica,
Tende a relegar possível ação
católica,
Para enaltecer a repetição
tipográfica:
Sob a anterioridade do rito romano,
Tradição evangélica do agir
cotidiano,
Sucumbe diante do mero ritualismo,
O pressuposto do pérfido fanatismo.
A rígida apologia do modelo romano,
Parece recuperar o status doidivano,
Do antigo modelo de suposto poder,
Para diante dos outros se enaltecer.
Distante da compaixão e da empatia,
Configura-se em processo de entropia,
Para alguns grupos fechados e
elitistas,
Viverem das formas bem proselitistas.
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