Número de teimosos e auto-confiantes,
Encouraçados por poderes mandantes,
Desafiam qualquer bom-senso humano,
E impõem vasto tipo de projeto
insano.
Ruidosa demência, adoradora da
guerra,
Enche navios e porta-aviões pela
Terra,
Com soldado feito para matar e
morrer,
Sob as armas devastadoras de
estarrecer.
Bem que poderiam andar cheios de
alegria,
Para nobres interações humanas de
euforia,
Com as mediações solidárias e
respeitosas,
Mui distantes de guerras frias e
ambiciosas.
Investida inaudita em academias
militares,
Canaliza as potencialidades espetaculares,
Não para a medicina e para a
terapêutica,
Mas, para a sinistra matança
sistemática.
No falso pressuposto de imaginar a
paz,
Fruto da estúpida guerra que lhes
apraz:
Coagem dominados, declarados
inimigos,
A aceitarem, calados, merecidos
castigos.
Numa contradição da humana
virtualidade,
De cooperar para o bem de toda
sociedade,
Potencializam a presença do Satã na
Terra,
Como criaturas nas quais violência
impera.
Não seria melhor investir em
cooperação,
Com o desvelo e cuidado para a boa
ação,
Do elã favorável à sensata
solidariedade,
Para matar pífia demência na
sociedade?
Trilhões de dólares gastos para
matanças,
Em nada ajudam as doentias
ordenanças,
De sofisticar o armamentismo de
morte,
Como sendo ascensão do humano aporte.
Os marrentos submetem e fazem sofrer,
Pelo simples delírio que põe a
escafeder,
Toda a dimensão cooperadora e
positiva,
Para sobrevivência humana, pouco
ativa.
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