quarta-feira, 10 de junho de 2026

HUMANOS MARRENTOS

 


Número de teimosos e auto-confiantes,

Encouraçados por poderes mandantes,

Desafiam qualquer bom-senso humano,

E impõem vasto tipo de projeto insano.

 

Ruidosa demência, adoradora da guerra,

Enche navios e porta-aviões pela Terra,

Com soldado feito para matar e morrer,

Sob as armas devastadoras de estarrecer.

 

Bem que poderiam andar cheios de alegria,

Para nobres interações humanas de euforia,

Com as mediações solidárias e respeitosas,

Mui distantes de guerras frias e ambiciosas.

 

Investida inaudita em academias militares,

Canaliza as potencialidades espetaculares,

Não para a medicina e para a terapêutica,

Mas, para a sinistra matança sistemática.

 

No falso pressuposto de imaginar a paz,

Fruto da estúpida guerra que lhes apraz:

Coagem dominados, declarados inimigos,

A aceitarem, calados, merecidos castigos.

 

Numa contradição da humana virtualidade,

De cooperar para o bem de toda sociedade,

Potencializam a presença do Satã na Terra,

Como criaturas nas quais violência impera.

 

Não seria melhor investir em cooperação,

Com o desvelo e cuidado para a boa ação,

Do elã favorável à sensata solidariedade,

Para matar pífia demência na sociedade?

 

Trilhões de dólares gastos para matanças,

Em nada ajudam as doentias ordenanças,

De sofisticar o armamentismo de morte,

Como sendo ascensão do humano aporte.

 

Os marrentos submetem e fazem sofrer,

Pelo simples delírio que põe a escafeder,

Toda a dimensão cooperadora e positiva,

Para sobrevivência humana, pouco ativa.

 

 

 

 

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