Quando tantos seres querem riqueza,
E outros se esmeram por mais beleza,
Talvez seja hora de desejar
sabedoria,
Para viver muito melhor no dia-a-dia.
Toda sabedoria largamente apreciada,
Na cultura antiga, muito reverenciada,
Valorizava os provérbios com poesias,
E induzia ao cantar de belas
melodias.
A busca de sabedoria que se desejava,
Era aquela do bem viver que irradiava,
Bom gosto pela fruição da vida
serena,
A propiciar a gratuidade de vida
plena.
Esta sabedoria associada a bela jovem,
Que desperta fascínio mais que nuvem,
Merecia paixão e um desejo constante,
De proximidade e vê-la a todo
instante.
A jovem, na graça, beleza e
felicidade,
Vinha na direção do digno de
lealdade,
Para deixa-lo diuturnamente mais
feliz,
Com serenidade para o eterno
aprendiz.
A síntese do tempo vivido e
malogrado,
Indicava o bom humor como um legado,
Bem além da ambição e da fama
doentia,
A fim de propiciar vivência serena e
sadia.
Sob a imagem da linda moça
encantadora,
Indicava-se a noção da ação restauradora,
De Deus que fez esta obra tão
apreciável,
Bela natureza de fascinação
interminável.
Na obra da criação, um apelo à
prudência,
Induz à excelsa condição da grande
ciência,
Que controla as compulsividades e as
iras,
E aprecia o interagir como canto com
liras.
Ser leal, modesto e de coração
translúcido,
Potencializa todo o estado do humor
lúcido,
E gesta nos ambientes humanos
agradáveis,
Frutos de grandezas humanas
inesgotáveis.
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