No clima de esplendor e glória,
Não gosta do valor da memória,
Mas, adora pesado compressor,
A triturar no sistema opressor.
Encaixa a política com ideologia,
Para militarizar com tecnologia,
E espoliar, segundo os desejos,
Para alcançar afamados ensejos.
Já insensível aos bilhões de anos,
Que a Terra ofereceu a humanos,
Endossa a sua destruição rápida,
Em voracidade doentia e insápida.
Até sob a suicida rota destruidora,
Da hiper-colonização devastadora,
Maneco só vê a razão e progresso,
Fora dum democratizado processo.
Avalia Estado pelo olho neoliberal,
Empenha-se em dedicação integral,
Para a desconsideração do Estado,
Pois, intervêm para seu desagrado.
Deveria deixar a riqueza fluir solta,
À iniciativa privada na reviravolta,
Sem democracia de bons direitos,
Para os fracos e frouxos sujeitos.
Importa mais tecno-autoritarismo,
Escorado por eficiente militarismo,
Para sugar o resto dos bens do solo,
E com eles morrer no bom consolo.
Como a morte inevitável e iminente,
Poderá deixar pouco remanescente,
Evade-se quem é esperto e rápido,
Para iludir com um projeto estúpido.
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