segunda-feira, 2 de março de 2026

ÓDIO, A DOENÇA CONTAGIOSA MAIS LETAL

 


 

Mais do que as inúmeras pestes,

Atribuídas às vinganças celestes,

Existe a da procedência humana,

Que supera todas na ação insana.

 

Empenhos e combates às viroses,

Não atuam sobre metamorfoses,

Da doença altamente contagiosa:

O ódio da mente humana raivosa.

 

Espalha-se mais do que pelos ares,

Em redes sociais a entrar nos lares,

E ocupa o cérebro, por excelência,

Para dali irradiar sua maleficência.

 

Ódio gestado pela mente humana,

Produz a morte horrenda e insana,

Nos seres desprezados e negados,

Pelos psicopatas paranoicos irados.

 

O eco letal do ódio, alia-se à peste,

Da mentira, para conluio cafajeste,

E convence a larga opinião pública,

Para tolerar a maldosa ação bélica.

 

Grandes e monstruosos genocídios,

Procedimentos oriundos dos ódios,

E incubados nas mentes mórbidas,

Sugestionam para guerras sórdidas.

 

Nesta virose da degradação cerebral,

Autocratas cegos pelo poder bestial,

Perdem básica capacidade de audição,

Carcomem o bom-senso e boa emoção.

 

A virose do ódio gosta de instalar-se,

Em mísseis e foguetes a propalar-se,

Para explodir os humanos pelos ares,

E espalhar mentiras dentro dos lares.

 

Faz-se urgente descobrir o antídoto,

Para reabsorção dum senso remoto,

Que desvie obsessão sádica de morte,

A desgraça triste para humana sorte.

<center>ÓDIO, A DOENÇA CONTAGIOSA MAIS LETAL</center>

    Mais do que as inúmeras pestes, Atribuídas às vinganças celestes, Existe a da procedência humana, Que supera todas na ação ins...